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domingo, 24 de outubro de 2010

Dom Casmurro - 1ª Parte

O texto é narrado em 1ª pessoa muito bem, e não da pra saber se estes acontecimentos aconteceram ou não na vida do autor.
No começo ele conta porque foi apelidado de Dom Casmurro, o Casmurro é porque o povo achava ele um homem calado. E Dom veio por ironia para atribuir o seu brilho da nobreza.
O pai dele estava numa antiga fazenda em Itaguaí e o Bentinho (Dom Casmurro) acabava de nascer, quando o seu pai estava mal de saúde e do acaso apareceu um médico homeopata chamado José Dias, e o curou e não quis receber remuneração, e então o pai de Bentinho propôs que José Dias ficasse ali vivendo com eles, com um pequeno ordenado.
Ele foi embora mais dizendo que voltava dali à alguns meses, voltou em 2 semanas e aceitou viver na casa tendo o trabalho de médico da casa. O pai dele foi eleito deputado e foram para o Rio de Janeiro com a família, José Dias veio também tendo o seu quarto no fundo da chácara.
O pai de Bentinho teve uma febre alta e entao, José Dias confessou que não era médico. Logo depois, o pai de Bentinho faleceu.
A mãe de Bentinho pediu para José continuar junto com eles.
Dai diz no livro que ela já tinha perdido um filho, e prometeu a Deus que se nascesse outro filho, em agradecimento, ela faria dele um padre.
Bentinho e sua vizinha, novos, brincavam de fazer missa e dividir hóstias. Ele começou a gostar dela sem ela saber, e só depois ele foi descobrir que ela gostava dele, porque estava riscado no muro com um prego "
Bento e Capitolina".

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